Nem tudo azul

Ando escrevendo contos. Ando dançando com o Grupo Corpo. Ando andando no terraço. Ando fotografando. Tanto céu azul e gavião passando pertinho, vi com os meus dois olhos. Ouvi o bater de asas com os meus dois ouvidos. Não podia deixar virar segredo. Precisava espalhar estas maravilhas porque o mundo anda tão perturbador que até em hipermercado, vocês sabem.

Os (meus ) céus da pandemia II
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