Antonio[1], meu amor querido, fico imaginando como você está, onde você está, como você está vivendo este momento. Acredito que você sabe o que a Terra enfrenta neste tumultuado 2020. Acredito que, assim como nós, você participa deste evento ativamente, embora muitos de nós experimente uma sensação de passividade. Lanço mão de minha espiritualidade para lembrar que nada acontece sem a vontade divina e que a vontade divina é sempre o bem da humanidade, que a dor não é fortuita e a luz sempre atravessa as trevas. Enfim, você, mais que ninguém, conhece a minha fé.

Sim, nosso tempo foi partido. 2020 está parado. Lembro que as coisas pareciam seguir seu curso normal. Janeiro muita gente de férias. Fevereiro retorno lento às aulas, um trânsito infernal e animação para o carnaval. Enfim, depois do abre alas para a folia de momo passar, o ano finalmente ia começar

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TUDO começou quando tinha início o aniversário dos eventos que provocaram sua partida há quatro anos. Primeiros dias de março. Seu aniversário, seguido do Dia da Mulher, e minhas aulas na universidade. Nas matérias, os alunos sempre traziam a pauta do coronavírus. Mas, nenhum de nós, naquele momento, imaginava o que nos aguardava.

A noção veio no dia 12. Estouraram mensagens no grupo de WhatsApp do curso de Especialização em Escrita Criativa. As aulas presenciais do módulo Empreendedorismo seriam no dia seguinte, sexta-feira, e no sábado. Dúvidas, insegurança e temor atravessavam as múltiplas mensagens. Seriam mantidas as aulas? Quem iria? Usariam máscara? Que distância manteriam entre si? Uma tinha crianças em casa. Outros tinham idosos. Uma das professoras estava tossindo. Tossindo?! Meu Deus, e agora? Confesso que achei tudo um exagero. Parecia o fim do mundo. Mas, estranhamente, a partir daquele final de semana, decidi pelo isolamento social. Não tive escolha, é verdade. Universidades, escolas e boa parte do comércio fecharam as portas na segunda, 16 de março. Iniciava-se oficialmente a quarentena no Brasil. Hoje, quase um mês confinada, começo a ficar assustada.

Nosso filho, Pedro Antonio, estava naquele terceiro final de semana de março com as tias e a avó no Janga[2]. No sábado à tarde, fiquei sabendo pelo zap que eles tinham ido à orla para ver a corrida de tartaruguinhas recém-nascidas para o mar. Fiquei bem feliz por isso. O evento atraiu uma pequena multidão. Minha irmã caçula, preocupada com o coronavírus, resolveu falar em alto e bom som: “cheguei ontem da Itália!” – mas ninguém se afastou. Estavam mais interessados em outro movimento da natureza. Um fenômeno natural bem visível.

Cheguei em casa quando o sol se despedia. Amo o fim do dia, você sabe, meu amor querido. Deixei minha bolsa no apartamento, peguei meu diário, caneta e fui rapidamente e descalça, como gosto de andar no meu lugar, ao banquinho da última praça do Renascença e escrevi:

“Sábado, 14/03/2020 – 17h25

Estou no condomínio, na pracinha onde tantas vezes sentava com Antonio antes de Pedro Antonio nascer, onde tantas vezes vim com ele muito pequenininho, e onde ainda venho com ele brincar. Vejo o pôr o sol.”

O pôr do sol é sempre um magnífico espetáculo, inclusive no condomínio, arborizado e florido. Não resisti. Registrei em fotografias o poente. Hoje, 26 dias depois, olho pelo canto da janela o calor do sol vindo do lugar onde não posso estar. Sobretudo descalça. Sim, Antonio, não estamos saindo nem pelo condomínio. Na verdade, não vemos nem nossos vizinhos de porta. Até nossa simpática vizinha não está conosco. Foi para a casa da filha. E nossos conhecidos funcionários estão todos mascarados. Você acha exagero? Se bem te conheço, aprova nossa prudência. Seja como for, nosso filhote se recusa a sair de casa. Não quer nem levar o lixo. “Não quero pegar o coronavírus!”, diz com o dedinho indicador em riste reforçando o aviso.

Também, convenhamos, o simples ato de colocar o lixo na lixeira coletiva do condomínio agora não é mesmo tarefa indicada para uma criança. Exige uma série de cuidados que desafiam os próprios adultos:

usar máscara nova ou devidamente lavada com sabão e água sanitária;

usar luvas limpas e de preferência novas;

calçar chinelos higienizados;

se dirigir à lixeira lembrando de não pisar no tapete na saída do prédio que pode ser um verdadeiro criadouro de coronavírus por tantos pés que passam por ele, mesmo nesses tempos de isolamento – lembrando que também tiramos de nossa porta nosso tapetinho de boas-vindas para não virar nosso criadouro particular;

levantar a tampa da lixeira coletiva tocando a menor área possível;

depositar a sacola de lixo;

baixar a tampa com o mesmo cuidado para que o contato com os dedos seja o mínimo;

fazer o trajeto de volta ao apartamento lembrando de não pisar no tapete na entrada do prédio;

tirar as luvas, antes ou depois de tocar a maçaneta da porta do apartamento e… como tirar as luvas?

bem, de todo modo, tirar os chinelos antes de entrar no apartamento – mas sem pisar descalço no chão potencialmente contaminado – e levar os chinelos direto para ser lavados com sabão e água sanitária;

depois higienizar a parte da porta que foi tocada com sabão ou álcool gel, inclusive as chaves se foi preciso girar o chaveiro para abrir e, na volta, fechar a porta – por isso tomo o cuidado de deixar logo a porta aberta antes de tudo, antes de pegar a bendita sacola de lixo, mas com cuidado para o gato não fugir quando eu escancarar a porta na ida e na volta da lixeira;

descartar as luvas – já não deveriam ter sido tiradas e descartadas? esqueci de tirar as luvas foi? peraí! era para usar luvas ou só o pessoal de saúde?

lavar muito bem as mãos

com as mãos muito bem lavadas, finalmente passar a chave na porta – eu já tinha fechado a porta, ou não? fechei. para o gato não sair. mas passei a chave? com a mão limpa ou contaminada? e as chaves estavam limpas ou contaminadas e aí contaminaram minha mão? passei a chave com luva ou sem luva? arre! já não sei mais. na dúvida, vou limpar tudo de novo!

e a máscara? ainda estou de máscara? tirar e devidamente esterilizar.

Acho que é mais ou menos isso. Enfim, ultimamente só levo o lixo para fora quando já não tem mais jeito mesmo.

Minha sorte nesse confinamento forçado é que Pedro Antonio, como ele mesmo se define, é “tranquilão”. Mas você pode imaginar… é ler muitos livros infantis, desenhar muito, mas também muitas telas. Não falo de telas para pinturas, embora essas também se fazem presentes na nossa louca rotina. Falo de jogos no meu celular, jogos no tablet que a tia deu, jogos no Ps4 que a outra tia deu e, cinéfilo como você, os muitos filmes que você deu a ele e outros tantos que, felizmente, baixo da internet – viva a web! ufffa! que seria de nós sem ela nessa quarentena? Mesmo assim, nossa vida está “um tédio” como nosso menino, agora com 8 anos, acabou de falar ao meu lado no sofá enquanto escrevo para você no meu diário. Ele ainda acrescentou: “a vida não tem sentido, mas aproveita enquanto pode, meu!” Ele tem razão.

Quanto a mim, o que me salva mesmo são as artes, especialmente a escrita. Inclusive no meu diário. Te mostro só um registro para você ter noção de como estão sendo os nossos dias em quarentena:

“Quarta-feira, 25/03/2020 – 20h09

Já são oito horas da noite?! 

Desde aquela segunda, 16 de março, esta tem sido nossa rotina: eu e Pedro Antonio acordamos depois do almoço, almoçamos depois da janta, jantamos quase no café da manhã. 

Semana passada, não sei que dia, fomos dormir com os primeiros raios de sol. E nem era réveillon. Foi na noite que iniciei o retrato de Patrícia. As horas passaram e nem vi. Agora me lembro: foi dia 20. Coloquei a data de início do grafite. Foi sexta-feira. 

Pedro Antonio diz: “aproveita, mãe! Não ter preocupação com o tempo. Daqui a pouco é muita lição e muito trabalho”. Ele sabe que o coronavírus suspendeu nosso cotidiano. O que diria Agnes Heller?

Nunca pensei viver algo assim. Meu celular está completamente contaminado e eu decidi não ler mais mensagens. Percebi que toda vez que leio sobre Covid-19 fico com falta de ar. Televisão não assisto. Jornal não leio. Rádio não escuto. Internet só para saber o que rola no curso de Escrita Criativa. Acho que Oswaldo (cujo show eu ia, mas o corona cancelou) fez aquela música da bailarina gorda para mim. Sou uma jornalista que detesto jornalismo. E, quando dou uma espiada, meu filho ainda diz: “assiste jornal não, mãe. É ruim. Tem violência”. Novela também. Quando jantamos na padaria, ele de costas e eu de frente para a televisão, sempre repete aflito: “não olha, mãe! não olha!” Quando jantaremos na Massa Pura? Parece tão imponderável esse dia…

Eu sei que está um pandemônio no mundo. Me informei com Valêncio Xavier do que se passa no seu texto O mez da grippe. Meu Deus, há exatamente um século! Mas estou tranquila. Minha fé me traz em pé. Quando tem que acontecer acontece. E pronto. Desesperar jamais! Além do mais, no meu mapa astral não estava escrito que eu morreria de pandemia. Nem meu filho. Nem parente. Nem amigx. Nem vizinhx. Tomara o mapa esteja certo. Não é que não me importe com quem morre alhures. É que quanto mais perto de nós a pessoa vitimada, a dor se agiganta. E, realmente, morrer sem simplesmente conseguir respirar, afogando-se no ar, é aterrorizador. Muitos estão simplesmente em pânico. Compreensível, mas pouco produtivo. Cuidados, serenidade e caldo de legumes (porque sou vegetariana) nunca fazem mal a ninguém, e ajudam muito.

Minha mãe e minhas irmãs é que ficam em tempo de morrer comigo. Fazem todo dia chamada de vídeo para confirmar que estou em casa. Mas eu tô em casa mesmo. Em 9 dias só saí duas vezes para fazer feira. E da segunda vez, ontem, aproveitei para castrar Veludo. Tenho que aproveitar esse tempo em casa para cuidar do gatinho, claro. Depois vai ser um Deus nos acuda. Passei mais uma noite em claro. O bichinho de vez em quando escapulia da caminha e da coberta e cambaleante desejava retomar sua rotina – feliz é ele que para isso basta esperar passar o rápido efeito da anestesia. À meia noite bebeu um tiquinho de água. À uma da manhã comeu um tiquinho de nada. Exausta, o tranquei com tudo que ele precisava no banheiro porque a varanda é fria de madrugada. Às sete da manhã, já me acordou miando pedindo outro tiquinho de comida. Voltei a dormir. Veludo também. Pedro Antonio nem despertou. Às 11 horas o peludo comeu de prato cheio e bebeu bastante água. E desde então está ótimo. Já reconquistou seus lugarzinhos preferidos da casa. Vai continuar assim. Bem. E nós também. Tenho certeza. Pois é, a rotina dele, em menos de 24 horas, já está normal. Quanto a nós, humanos…

Sim! minhas mãos já estão desbotadas. As de Pedro Antonio também. Ele está chateado. Diz que tô muito mandona. 

Pensamos naqueles infectados. Desejamos sinceramente sua saúde e fazemos o que o momento exige. Um bombardeio de convocações, até carro de som que passa de instante em instante na rua: então ficamos em casa. Lendo, brincando, cozinhando juntos – mas somente bolo e gelatina. Fiz até um ninja de tricô para Pedro Antonio, que há tempos me pedia. Em compensação, ele lavou a louça e varreu a casa – quer dizer, só parte da louça e apenas a sala. Nesse período, também escrevi alguns poemas e desenhei. Fico feliz com isso. A arte nos salva. O mais, não está em nossas mãos. Sigamos.

E agora já são 20h54. Vou fazer a janta.”

 

Lendo meu diário me dou conta que você não sabia que agora temos um gatinho, sabia, Antonio? Sabe que eu e Pedro Antonio secretamente pensamos que foi você quem nos enviou Veludo neste janeiro? Inclusive, um dos filmes que assistimos nessa quarentena contava a história de um pai que entrava em coma e o espírito encarnava no gato da família. Pedro Antonio olhou surpreso e firme para mim: não, Veludo não é seu pai, disse a ele, que se levantou e foi ter uma conversa com o gatinho olho no olho, mas não ouvi nenhuma palavra.

Lendo meu diário também percebo que a coisa piorou nestes últimos 14 dias. A última vez que fiz feira foi aquela, do dia 24, há mais de duas semanas. Nos viramos com o que tem, tudo para não sair de casa e não encontrar o coronavírus dando sopa pela rua. Podemos fazer a feira chegar até nós pelos serviços de entrega da vida, que inclusive se multiplicaram nesses tempos viróticos. Mas é uma trabalheira tão grande desinfectar tudo que é melhor nem pensar! Em quase um mês de retenção domiciliar, eu e Pedro Antonio estamos muito enjoados de todas as comidas. A casa está uma bagunça contínua e gradualmente crescente, apesar de todos os nossos esforços para manter tudo na mais perfeita ordem – meu principalmente, depois que coloquei nossa funcionária também em quarentena ainda em março. Dormimos e acordamos cada vez mais tarde. Eu troquei a noite pelo dia. Hoje mesmo estava acordada às 5 e vinte da manhã simplesmente porque ainda não tinha dormido e só despertei zonza às 14 horas. Eu, que outrora estava às 5 correndo na praia, e nem moro à beira-mar, ainda tinha que me deslocar 20 quilômetros de carro! Hoje, às 14, praticamente hora do lanche da tarde, encontrei Pedro Antonio já na sala com um pacote de biscoito vazio nas mãos: “desculpe, mãe, mas você demorou muito a acordar e eu estava com fome”. O bichinho… “tudo bem”, respondi. É o coronavírus.

Mas o mais difícil mesmo é quando, finalmente deitados para dormir na hora que nosso corpo e nosso juízo indicam ser o encerramento de mais um dia, mesmo em plenos raios de sol, e Pedro Antonio pergunta: “mãe, o que você quer fazer amanhã?”

(Silêncio)

– Mãe, o que você quer fazer amanhã?

(A pergunta na minha cabeça…)

– Mãe, o que vamos fazer amanhã?

(Ela de novo. Criança nunca desiste de uma pergunta.)

– Não sei, meu filho. Não sei.

Recife, 08/04/2020.
Quarta-feira, 21h57

PS: Novamente, ainda não jantamos. Vou ver o que pode nos confortar o estômago.

A alma, só um banho de mar, uma caminhada no parque, um abraço amigo, um beijo afetuoso…

a vida. De volta.

Raldianny Pereira.

Raldianny Pereira é jornalista, mestre em comunicação, doutora em sociologia, professora do Depto. de Comunicação da UFPE, poeta, escritora, pintora, desenhista, autora do livro Ipê amarelo, de contos e poemas em diversas coletâneas, e de outros livros ainda engavetados. Sonha fazer exposição de seus desenhos e aquarelas.

[1] Neste relato, a autora dialoga com o jornalista e radialista Antonio Menezes, que atuou por mais de 30 anos em várias empresas de comunicação, principalmente emissoras de rádio, como repórter, chefe de redação, narrador e comentarista esportivo. Natural de João Pessoa, radicado em Recife, onde faleceu em 26.05.2016.

[2] Bairro do município de Paulista, região metropolitana do Recife.

O que você quer fazer amanhã?

14 ideias sobre “O que você quer fazer amanhã?

  • 16 de junho de 2020 em 00:23
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    Raldianny minha flor, gosto!!!! Obrigada por compartir parte de seu diário, carinho . Beta Ferralc

    Resposta
    • 20 de junho de 2020 em 11:15
      Permalink

      Ow, minha querida, obrigada por sua leitura e pelo carinho de sempre.

      Forte abraço.

      Resposta
  • 16 de junho de 2020 em 00:44
    Permalink

    Beleza de texto, a está hora acordada, li sem parar o texto leve, bem estruturado e completo em todos os sentidos, parabéns, escritora !

    Resposta
    • 20 de junho de 2020 em 11:18
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      Feliz demais por minhas palavras terem habitado sua madrugada.

      Muito obrigada por seu carinho, minha querida.

      Forte abraço.

      Resposta
  • 16 de junho de 2020 em 00:46
    Permalink

    Parabens! Desejos que muitas editoras publiquem suas amorosas e sábias obras. Que as reflexões provocadas pela pandemia, permitam que seus escritos sagrados saiam das gavetas ,e cheguem até as criaturas, elevando os níveis de consciência e sensibilidade.

    Resposta
    • 20 de junho de 2020 em 11:22
      Permalink

      Ow, minha querida, quanto a humanidade carece de sensibilidade e elevação das consciências! Sem dúvida, todxs estamos nesse caminho. Sigamos.

      Muito obrigada por sua leitura e por seu carinho.

      Forte abraço.

      Resposta
  • 16 de junho de 2020 em 12:52
    Permalink

    Maravilhoso, simples, real, ….
    Que bela narrativa de nossos dias!
    Sensível e ….real…!
    Parabéns pelo seu olhar, pensar e registrar por palavras tão espelho de nossos dias.
    Um abraço e força para que continues a registrar essa sua presença e de Pedro Antonio

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    • 20 de junho de 2020 em 11:42
      Permalink

      Clara querida, quantas saudades!
      Que bom te encontrar aqui.
      Gratidão por sua leitura. Gratidão por suas palavras tão lindas, tão vibrantes.

      Muito obrigada por seu carinho.

      Forte abraço.

      Resposta
  • 16 de junho de 2020 em 13:38
    Permalink

    Que deliciosa leitura!
    Que fluidez, que leveza!!!
    Só pude amar e me deliciar e, inevitavelmente, perceber tantas coisas em comum…
    Que divertido!!’
    Parabéns!!!
    Textos gostosos assim são mais que alimento para tudo: alma, corpo, coração e mente!
    Ahhh… e imaginação!!!✨
    Essa imaginação que vai além de tudo…🥰
    Além da própria imaginação!🌟🙏🙏🙏🌟

    Resposta
    • 20 de junho de 2020 em 11:26
      Permalink

      Clara querida, quantas saudades! Que bom te encontrar aqui. Gratidão por sua leitura. Gratidão por suas palavras tão lindas, tão vibrantes.

      Muito obrigada por seu carinho.

      Forte abraço.

      Resposta
      • 20 de junho de 2020 em 11:45
        Permalink

        Ana querida, o que dizer sobre suas tão
        generosas palavras? Além de minha gratidão, dizer que gostei especialmente que você tenha se divertido. Que alegria produzir alegria, não achas?

        Muito obrigada por sua leitura e por seu carinho.

        Forte abraço.

        Resposta
    • 20 de junho de 2020 em 11:33
      Permalink

      Ana querida, o que dizer sobre suas tão generosas palavras? Além de minha gratidão, dizer que gostei especialmente que você tenha se divertido. Que alegria produzir alegria, não achas?

      Muito obrigada por sua leitura e por seu carinho.

      Forte abraço.

      Resposta
    • 20 de junho de 2020 em 11:54
      Permalink

      Ana querida , o que dizer sobre suas tão generosas palavras? Além de minha gratidão, dizer que gostei especialmente que você tenha se divertido. Que alegria produzir alegria, não achas?

      Muito obrigada por sua leitura e por seu carinho.

      Forte abraço.

      Resposta
  • 24 de junho de 2020 em 01:11
    Permalink

    Espero que continue, Raldianny, com outros texto saborosos sobre este nosso tempo. O título já é um convite a vida: “o que você quer fazer amanhã”. O bate papo ao mesmo tempo intimista, humano e transcendental nos cativa pela surpreendente leveza e despretensiosidade. Abraço.

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